Nas 12 aldeias históricas de Portugal, até as pedras da calçada têm lendas para contar. Vamos conhecer lugares simbólicos, embalados pela paisagem da Beira Interior

As ondulantes montanhas beirãs escondem riquezas que vai querer desvendar: 12 aldeias históricas recuperadas, bucólicas e tranquilas. Na verdade, a rede inclui algumas com estatuto de cidade ou de vila, mas todas mantêm um ambiente de aldeia pequena, onde os vizinhos se cumprimentam e a vida corre sem pressas.

Foram cenário de lutas entre cristãos e muçulmanos. Mais tarde, assistiram à fundação da nacionalidade e a batalhas contra os vizinhos castelhanos. Foram ainda refúgio para comunidades judaicas. Hoje, estas aldeias históricas no centro do país procuram impor-se como destinos turísticos.

À excepção de Piódão, todas têm castelos. Mas isso não quer dizer que são todas iguais. Cada uma tem uma história única, particularidades para apreciar, apesar do tradicional charme de ruelas medievais, das fortalezas altaneiras que protagonizaram épicas batalhas, das lendas, dos ofícios ancestrais, de um povo com carácter.

Por exemplo, Belmonte está ligada à epopeia dos Descobrimentos, Piódão tem as casinhas em xisto, Trancoso as suas sardinhas doces e um visionário a quem chamaram de “Nostradamus português”. Venha daí numa viagem às raízes da nação portuguesa, através das maravilhosas paisagens beirãs.

 

detalhe na aldeia histórica de Trancoso

 

O que são as aldeias históricas de Portugal

As 12 aldeias históricas de Portugal constituem um roteiro histórico-cultural, no centro de Portugal, com alguns elementos em comum: a génese romana ou medieval, a existência de castelos e recintos muralhados, os pelourinhos, as torres e solares. O seu papel na defesa do reino foi fundamental, o que as torna (ainda mais) especiais.

Geograficamente, elas estão distribuídas por 3 distritos e 10 concelhos da Beira Interior: Almeida, Arganil, Belmonte, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fundão, Idanha-a-Nova, Mêda, Sabugal e Trancoso.

Para as promover e recuperar, em 1995, criou-se a rede das aldeias históricas, um projecto pioneiro de desenvolvimento local, de estímulo ao turismo e combate à desertificação.  Apesar de ser um roteiro temático muito interessante, a afluência não é muita, à excepção dos dias de eventos.

Ou seja, a visita pode ser deliciosa, vagarosa, tranquila, sobretudo se evitar a época alta. Para ajudar a planear a sua visita, pode ser útil consultar também o site oficial da rede de aldeias históricas de Portugal e do Turismo do Centro.

 

explorar castelos

 

Quando e como visitar

Uma viagem pelas aldeias históricas beirãs tanto pode demorar uma semana inteira, como inspirar várias escapadinhas de carro. Num fim-de-semana prolongado, é possível conhecer várias, sendo útil agrupá-las por localização geográfica. Se as quiser conhecer todas de uma vez só, não aconselho a mais do que duas aldeias por dia, o que totaliza seis dias na região, pelo menos.

Até porque é um pecado visitar as aldeias históricas de Portugal com pressa, quando estas encerram uma riqueza que ultrapassa o património histórico: as pessoas. E há outros locais nas redondezas que tornarão a viagem ainda mais interessante. Pernoitar em locais estratégicos, como a Covilhã ou a Guarda, permitem encurtar distâncias. Mas, pessoalmente, acho que dormir numa aldeia histórica é uma experiência imperdível.

A melhor altura para as visitar será na Primavera, quando a Natureza explode em exuberância. Nos meses de Verão, as temperaturas podem subir bastante, tornando a visita penosa. As cores outonais atraem os amantes de fotografia, período igualmente interessante para fazer este roteiro.

Segue-se a lista de todas as aldeias históricas que fazem parte da rede. Ainda não visitei Linhares da Beira, simplesmente porque não calhou, e Piódão, por causa dos acessos com as suas curvas. Muitas das restantes inspiraram posts específicos aqui no blog, que podem ler para planeamento mais específico. Vamos lá!

 

 

Lista de Aldeias Históricas

ALMEIDA (concelho de Almeida, distrito da Guarda)

A 9 quilómetros da fronteira com Espanha, nas margens do rio Côa, fica Almeida, uma das mais importantes praças-fortes do país. Porque fica num planalto, os árabes chamaram-lhe Al-Mêda (a Mesa), Talmeyda ou Almeydan, tendo construído um pequeno castelo (séc. VIII-IX).

A vila medieval rodeada por muralhas foi classificada como Património Nacional. Vista de cima, parece uma estrela, graças à construção hexagonal ao estilo Vauban, famoso arquitecto e estratega militar. Durante séculos foi palco de lutas, como as Guerras da Restauração e as invasões francesas. Leia também: Almeida e a sua fortaleza Vauban

A não perder: muralhas da praça-forte, casamatas (que serviam de refúgio, em caso de guerra) e Museu Militar, castelo e torre do relógio, picadeiro d’el Rei, a casa da Roda dos Expostos. Procure alojamento em Almeida.

 

Praça-forte de Almeida
Praça-forte de Almeida.

 

BELMONTE (Belmonte, Castelo Branco)

No sopé oriental da Serra da Estrela, Belmonte é a aldeia-berço de Pedro Álvares Cabral, o descobridor do Brasil. O seu nome parece derivar do latim Belli-monte que significa “montes de guerra”, aludindo possivelmente aos confrontos bélicos entre lusitanos e romanos.

Foi aqui que se fixou a primeira comunidade judaica do país que cresceu bastante, no século XV, depois de tantos judeus serem expulsos de Espanha pelos Reis Católicos. Ainda hoje possui a maior comunidade judaica de Portugal, como testemunha a Sinagoga Bet Eliahu, a judiaria, o museu judaico e vários negócios kosher.

A não perder: Castelo, Museu do Azeite, Pelourinho, judiaria, Museu Judaico , Museu dos Descobrimentos, Ecomuseu do Zêzere, Igreja de S. Tiago. Numa freguesia vizinha vale (muito) a pena conhecer o Centum Cellas, que inspira tantas e tão rebuscadas lendas. Procure alojamento em Belmonte.

Leia também Belmonte dos Cabrais e Belmonte judaico, herança hebraica das Beiras

 

Panteão dos Cabrais na aldeia de Belmonte
O panteão dos Cabrais.

 

CASTELO MENDO (Almeida, Guarda)

Castelo Mendo foi construída no cimo de um monte e rodeada por muralhas no século XIII, construindo um segundo núcleo de muralhas dionisianas, séculos depois. Ali se realizou a primeira feira franca do reino (1229), onde vendedores e compradores estavam isentos de imposto de portagem e não corriam risco de serem presos por dívidas antigas.

Com cerca de 50 habitantes, a aldeia histórica recebe-nos com algum mistério, berrões proto-históricos à porta e gárgulas a espreitar. Apesar do terremoto de 1755 (sim, o que arrasou Lisboa) ter destruído as oito torres da muralha mais recente, toda a aldeia é encantadora. Vale a pena caminhar até ao ponto mais alto, para apreciar uma paisagem esmagadora, marcada pelas ruínas da Igreja de Santa Maria.

A não perder: Castelo e muralhas, ruínas da Igreja de Santa Maria do Castelo, Igreja de S. Vicente, pelourinho, casas manuelinas, forno comunitário, barroco dos desejos. Procure alojamento em Castelo Mendo.

Leia também Castelo Mendo, um casamento judaico.

 

aldeia histórica de Castelo Mendo
Animação de Verão na aldeia histórica de Castelo Mendo.

 

CASTELO NOVO (Almeida, Guarda)

A Serra da Gardunha serve de anfiteatro à aldeia histórica de Castelo Novo, num cenário harmonioso que mistura tons de verde e cinza. O som da água que brota das fontes de granito segue-nos, como uma canção de embalar. A pedra perpetua-se, nas lindas casas senhoriais, no casario, nas praças e na calçada.

O nome da aldeia deve-se ao castelo do século XII, a que foi dado o nome de “novo”, pois já existia outro que não garantia a defesa da vila. Um dos lugares especiais fica no Largo do Pelourinho, com edifícios manuelinos e um grande chafariz, de exuberância barroca.

Na Casa da Lagariça, pode conhecer os bonecos de lã inspirados nas lendas locais. A ideia surgiu com o projecto “Histórias Criativas”, que desafiou as crianças a escreverem novas versões dessas lendas. Daí resultaram 12 personagens, transformadas em artesanato.

#Dica: perto desta aldeia histórica, não deixe de visitar Alpedrinha, que mantém lindas tradições pastoris e de transumância.

A não perder: Castelo e torre sineira, Casa da Câmara e pelourinho, lagariça, solar dos Gamboas, solar D. Silvestre e outras casas senhoriais, o lindo Chafariz da Bica, o cabeço da forca. À saída de Castelo Novo, existe uma praia fluvial que convida a um mergulho nos dias de Verão. Procure alojamento em Castelo Novo.

Leia ainda: Surpreendida pela Primavera em Castelo Novo

 

Castelo Novo  é uma das 12 aldeias históricas de Portugal

 

CASTELO RODRIGO (Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda)

Reza a história que esta aldeia foi fundada por Afonso IX (de Leão) para a doar ao conde Rodrigo Gonzalez de Girón, que a baptizou. Mas o território era ocupado muito antes disso, havendo vestígios paleolíticos, megalíticos, da cultura castreja, romanos e árabes.

Depois de longa disputa territorial, a pequena aldeia passou a fazer parte da coroa portuguesa, com a assinatura do Tratado de Alcanizes (século XIII). Às glórias passadas somam-se peripécias históricas, como quando D. João I castigou a povoação por apoiar Castela, invertendo as armas reais no brasão da vila… Vale a pena estender a visita à sede do concelho e subir à Marofa, onde um Cristo-Rei abençoa os dois povoados.

A não perder: Palácio Cristóvão de Moura, pelourinho, Igreja Matriz (dedicada a N. Senhora do Rocamador, fundada pelos frades hospitaleiros para os peregrinos rumo a Santiago de Compostela), castelo e muralhas, cuja existência remonta ao ano de 960, cisterna medieval. Procure alojamento em Castelo Rodrigo.

Sobre a aldeia: Pecados em Figueira de Castelo Rodrigo

 

Paisagem sobre Castelo Rodrigo
O Cristo-rei abençoa a aldeia histórica de Castelo Rodrigo (à direita) e Figueira de Castelo Rodrigo (à esquerda).

 

IDANHA-A-VELHA (Idanha-a-Nova, Castelo Branco)

Esta é uma das povoações mais ancestrais da rede das aldeias históricas de Portugal, com uma história que remonta ao século I a.C. Começou por ser uma villa romana da Civitas Igaeditanorum, sofreu invasões bárbaras, ficando à mercê do reino dos visigodos e suevos, passou ainda pelo domínio muçulmano, sendo reconquistada pelos cristãos no século XII (rei de Leão) e doada à Ordem dos Templários para que fosse reconstruída.

É claro que Idanha-a-Velha mantém vestígios valiosos dessas diversas épocas, que lhe dão um ambiente pitoresco. É por isso que se diz que cada pedra de Idanha-a-Velha tem uma história para contar.

A não perder: Torre de Menagem construída pelos Templários, Igreja de Santa Maria, pelourinho, Capela de S. Sebastião, Solar de Marrocos. De destacar os inúmeros vestígios arqueológicos da época romana (arquivo epigráfico, baptistérios), assim como muralhas e ponte romana sobre o rio Pônsul. Procure alojamento em Idanha-a-Velha.

 

as aldeias históricas têm um ambiente muito rural

 

LINHARES DA BEIRA (Celorico da Beira, Guarda)

Numa meia-encosta da Serra da Estrela, com vista para o rio Mondego, a aldeia histórica de Linhares da Beira oferece paisagens deslumbrantes das montanhas, águas frescas, cultura e muita história. Apesar dos seus vestígios antiquíssimos, nomeadamente a calçada romana da Via da Estrela, que ligava as actuais Mérida a Braga, a povoação foi fundada na Idade Média por D. Afonso Henriques.

Protagonizou episódios épicos, como quando as tropas de Leão e Castela se preparavam para assaltar o castelo, numa noite de lua nova, mas foram cercadas e postas em fuga pela população. Hoje, é conhecida como a Capital do parapente, com vários eventos nacionais e internacionais a enfeitarem os céus da região.

A não perder: Castelo e muralhas, Casa da Câmara (com as armas de D. Maria), pelourinho manuelino, antiga hospedaria, judiaria, Igreja da Misericórdia, Fonte de São Caetano, vestígios romanos. Procure alojamento em Linhares da Beira.

 

MARIALVA (Mêda, Guarda)

 

aldeia histórica de Marialva

 

Sobre um monte de penhascos de difícil acesso, na margem esquerda do rio Alva, a aldeia é composta por 3 núcleos: a Cidadela no interior do Castelo; o Arrabalde e a Devesa, a Sul, que se estende até à ribeira e assenta sobre a antiga cidade romana.

A sua localização ajudou a definir a sua história. Foi povoada por lusitanos, romanos, muçulmanos, passando para as mãos da coroa portuguesa no século XII. Para além de uma importante praça militar, integrou uma antiga rota de peregrinos, daí celebrar a feira anual de Santiago no dia do apóstolo, 25 de Julho.

O património bastaria para gostar da pequena Marialva, mas depois existe todo um conjunto de lendas que enriquecem a estadia, quem sabe numa das Casas do Côro, um projecto de turismo rural que possui restaurante, spa, piscina e vinhas.

A não perder: Castelo, Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia, Igreja Matriz, várias capelas, Solar dos Marqueses de Marialva, pelourinho, cisterna quinhentista. Não deixe de ler Marialva, nuvens de chumbo e pés de cabra

 

MONSANTO (Idanha-a-Nova, Castelo Branco)

Incrustada num cabeço escarpado de granito, o Mons Sanctus, a encantadora Monsanto detém dois títulos singulares: aldeia mais portuguesa de Portugal (1938) e aldeia histórica (1995). Como quase todas as outras aldeias da rede, por esta povoação de pedra passaram romanos, visigodos e árabes.

As rochas confundem-se com as casas, as ruas apontam caminho para o que resta do castelo, no topo, de onde se desfruta de uma paisagem ímpar. Entre as ruelas sinuosas fica a Taberna Lusitana, onde pode provar hidromel ou cerveja artesanal.

Fernando Namora, o médico-escritor, e Zeca Afonso, o nosso músico de intervenção, aqui tiveram um refúgio e procuraram inspiração. Se o escritor compôs na aldeia algumas das suas últimas obras, o músico inspirou-se no cancioneiro popular da Beira Baixa, gravando até uma versão da famosa “Senhora do Almortão”.

Não deixe de conhecer o artesanato local, nomeadamente as milenares marafonas (bonecas de pano que tanto protegem da trovoada como funcionam como anjos da guarda das crianças) e os adufes que marcam a identidade musical do concelho de Idanha. Na base do monte, fica a pequena igreja românica de S. Pedro de Vir-a-Corça, um lugar com uma energia incrível e, a cerca de 12 km, Penha Garcia com os seus icnofósseis. Leia também Penha Garcia, uma viagem com 500 milhões de anos

A não perder: castelo e muralhas (Monumento Nacional), Igreja de Santa Maria do Castelo, Igreja da Misericórdia e a de São Salvador, Capela de São Miguel, Torre do Lucano, com o galo, símbolo da “aldeia mais portuguesa de Portugal”. Procure alojamento em Monsanto.

 

artesanato de Monsanto
As lindas marafonas de pano, que estão envoltas em inúmeras superstições.

 

PIÓDÃO (Arganil, Coimbra)

Escondida nas curvas da Serra do Açor, a aldeia de Piódão desvenda-se ao viajante de repente, no seu esplendor de xisto, que contrasta com o fundo verdejante. Conhecida como a “aldeia presépio”, as casinhas encavalitam-se nas ruas íngremes e tortuosas, criando um cenário encantador.

Aqui e ali, corre um fio de água da Levada: esta abundância beneficia as actividades tradicionais de agricultura e pastorícia. E não são apenas os ofícios que mantêm a ancestralidade, a avaliar pelas cruzes de ramos de loureiro benzido, colocadas sobre as portas para afastar o mau-olhado, por altura da Páscoa.

A não perder: a curiosa Igreja Matriz de torres cilíndricas, fonte dos Algares, capela de S. Pedro, capela das Almas, eira comunitária e forno, casas de xisto, praia fluvial. Procure alojamento em Piódão.

 

SORTELHA (Sabugal, Guarda)

Sortelha é uma das aldeias mais antigas do país e uma das mais belas da rede de aldeias históricas de Portugal. Os habitantes são conhecidos por lagartixos, por causa das casas expostas ao sol e o castelo, da época de D. Sancho II, mantém-se intacto e vigilante.

Medieval de origem, com formações graníticas curiosas e influências manuelinas, esta aldeia tem quatro portas principais – Porta da Vila, Porta Falsa, Porta Nova e Porta do Castelo – e um traçado intacto há mais de meio milénio. A árvore que enfeita o Largo do Corro, um Lódão Bastardo, acompanha este percurso histórico, do alto dos seus 600 anos.

A não perder: Castelo e muralhas, Torre do Facho, Igreja de N. Senhora das Neves (igreja matriz), Casa dos Falcões, Casa Árabe, pelourinho e, no mesmo largo, a Casa da Câmara e cadeia. Fora das muralhas, a Igreja da Misericórdia e os barrocos “Cabeça da Velha” e “Duas Pedras Beijoqueiras”. Procure alojamento em Sortelha.

Leia também Sortelha: a aldeia das sopas Knorr

 

centro histórico de Sortelha

 

TRANCOSO (Trancoso, Guarda)

Trancoso fecha a lista de aldeias históricas de Portugal. Ao longo de toda a Idade Média, foi um lugar estratégico importante, junto a uma fronteira instável, de confronto entre cristãos e muçulmanos e, mais tarde, entre Portugal e os reinos vizinhos.

Com a instalação da Inquisição no reino, a sua comunidade judaica, uma das mais numerosas e importantes das Beiras, viveu tempos dramáticos que se prolongaram durante séculos. Hoje, a pacífica cidade é famosa pelas suas sardinhas doces e pela centenária Feira de São Bartolomeu.

#Dica: perto de Trancoso, vale a pena conhecer a vila de Penedono, com o seu castelo inesquecível onde, reza a lenda, nasceu Álvaro Gonçalves Coutinho, um dos Doze da Inglaterra, imortalizado nos “Lusíadas” de Camões. A região de Penedono possui também uma enorme herança megalítica.

A não perder: Castelo e muralhas, pelourinho, Igreja da Misericórdia, Palácio Ducal (onde viveu o Visconde de Trancoso), casa dos Arcos, Fonte Nova da época filipina, judiaria, várias capelas. Procure alojamento na cidade e saiba mais sobre Trancoso e o Nostradamus português.

 

castelo de Trancoso
Brincadeiras tradicionais no castelo de Trancoso.

Das 10 aldeias históricas de Portugal que já visitei, Sortelha e Monsanto disputam o meu coração até hoje. Será que Linhares da Beira ou Piódão as vão conseguir destronar?

 

 

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